Moda Low Cost para Todos: Gostos e Carteiras Felizes

Moda Low Cost para Todos: Gostos e Carteiras Felizes
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Dizer que a moda low cost está na moda pode parecer redundante, mas não é – a lógica economicista desta tendência está por todo o lado: talvez tenha começado nas companhias aéreas mas, rapidamente, as aterragens do baixo custo se alastraram aos hotéis, às bombas de gasolina, aos ginásios, à culinária, e a tantos outros negócios, e, claro, a moda low cost chegou ao mercado do vestuário, do calçado e dos acessórios.

A verdade é que o consumidor agradece (com vénias e sorrisos) qualquer mecanismo que leve à contenção e consequente redução de custos. Mas tal não significa diminuição da exigência em termos de design por parte do cliente! – pelo contrário, a lógica economicista da moda low cost quer mais por menos.

Não esvaziar a carteira e ficar satisfeito é o lema da moda low cost

moda low costSubjacente a este lema de satisfação sem grandes perdas ou, como se diz por aí, sem abrir muito os cordões à bolsa, talvez esteja o conceito de que a moda – ou o acesso à moda – será, não um luxo, um direito de cada cidadão.

A partilhar esta ideia está, por exemplo, a marca americana Sarah Jessica Parker que associa moda a baixos preços e a qualidade. Será mesmo assim?…

Há quem diga que esta nova tendência de moda low cost libertou as mulheres de uma indústria da moda que exigia um forte investimento em roupa, calçado e acessórios para quem queria estar sempre nos picos da modamoda que com rapidez se tornava completamente obsoleta.

Ora esta forma de vida começou a tornar-se incomportável perante a economia global… desemprego com fartura e dinheiro contado, o empreendedorismo tratou de fazer as delícias das mulheres do mundo com a moda low cost.

O sector recordista do low cost: alimentação

A alimentação é, de facto, o sector onde o preço baixo assume uma importância gigantesca para o consumidor: as marcas brancas vieram revolucionar o mercado deste sector e não parece haver grandes queixas relativamente à qualidade. A lógica economicista encontrou aqui, como grande argumento, o facto de o consumidor conseguir ter acesso a produtos de baixo custo e não estar disposto a pagar por outros, de qualidade similar, a um preço muito superior.

É inegável que os hábitos dos consumidores estão a mudar e talvez assim venham a permanecer, ainda que o nível de vida das famílias volte a ser como era. A moda low cost veio para ficar!

Veja o caso de enorme sucesso que é a Primark, uma cadeia de roupa e acessórios de moda low cost: consegue fidelizar clientes com preços mesmo muito baixos: é a rainha do low cost! Esta empresa, fundada na Irlanda, aproveitou a crise dos anos 90, no Reino Unido, para crescer nesse mesmo país. E hoje, e em plena crise, possui já 215 lojas espalhadas pela Europa, como Holanda, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Espanha e Portugal.

Se é adepta da moda low cost, siga todas as tendências aqui.

Fonte da imagem

Autor: olinda de freitas

Produtora de conteúdos digitais freelancer; Certificada em Engenharia do Texto e Escrita Criativa; Certificada em Marketing Digital para Copywriters; Licenciada em Relações Internacionais; Pós-graduada em Segurança e Saúde no Trabalho (SST); Pós-Graduada em Gestão da Qualidade; Certificada em Auditoria Interna de Segurança e Saúde no Trabalho e Segurança Alimentar - áreas onde exerci, anteriormente, a minha actividade como consultora e auditora; Certificada em Visual Merchandising. E, depois, faço colecção de botões desiguais.

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