O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro

O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro
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OH. MEU. DEUS, estas podiam ser as únicas três palavras repetidas uma e outra vez em todo o texto, que seria o suficiente para definir o filme.

Já se encontra a rodar nos cinemas a segunda parte do Fantástico Homem-Aranha, nome que sem dúvida alguma faz jus à qualidade das fitas tão generosamente apresentadas por Marc Webb que apesar de uma carreira filmográfica algo curta pegou na história do Homem-Aranha e deu-lhe um fôlego e perspectiva completamente diferentes do que a anterior trilogia nos apresentou, agora que temos duas versões para comparar podemos perguntar “o que raio foi aquilo?”, quer dizer, nem tudo é mau até porque existem cenas de luta bastante boas mas, no que toca à escolha dos personagens vemos agora que fica muito aquém do que se poderia dizer uma grande escolha.

O Fantástico Homem-Aranha 2

O filme. Devo dizer que passei o filme todo completamente boquiaberto, fascinado, voltei a ser um puto que parecia ver algo único e maravilhoso pela primeira vez na vida, não queria que o filme acabasse, queria mais e mais. O nível de fotografia do filme e a forma como os planos e sequências foram pensados e filmados é o suficiente para querermos ver o filme mais que uma vez, sem tirar o facto de num só filme serem retratados três vilões é algo que nos tira o folgo e permite que não passemos pelas brasas em momentos mais calmos.

O que podemos esperar do filme? Tudo. Numa altura em que os filmes são mais efeitos especiais que história, algo que sinceramente já vem de algum tempo até aos dias de hoje mas que começa a mudar, este filme tem uma boa história, tem efeitos especiais, tem comédia, tem tristeza. Podemos assistir ao desenrolar da história entre Peter Parker e a sua namorada Gwen Stacey (mas não era a Mary Jane Watson a sua namorada? Perguntam vocês muito intrigados. Segundo a história original da Marvel, este é o inicio do que conhecemos do mundo do Homem-Aranha). A relação entre Peter e Gwen não é mostrada a um nível superficial ou algo tinham de usar para encher os 142 minutos de filme não nada disso, a história entre ambos é palpável é o que dá “sumo” e conteúdo ao filme, a história de Peter Parker é a meu ver o centro do filme e tudo o resto Homem-Aranha é arredores em que, inevitavelmente, mais e mais se vão fundindo.

É claro que tendo visto o filme estou impelido a contar todos os detalhes e “spoilers” do filme, mas não o vou fazer. Não!

Vou esperar que se mexam até ao cinema mais perto de vocês (acreditem que vale a pena o dinheiro) e se deliciem com a obra prima magnificente que é este filme, onde ao fim do primeiro minuto de filme vão desejar não ter visto nenhum dos filmes da trilogia produzida anteriormente.

Autor: Frederico Francisco

Criativo por natureza na área de design, consta que também assim o é na cozinha, embora não se tenham ainda cruzado, acredita-se que dá cartas em ambas as áreas.

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